Dívidas de prémios de jogo podem estar na origem da má fase dos Tubarões Azuis

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Tristeza no banco dos Tubarões Azuis no jogo com Uganda
Foto: Arcelino Silva

O não pagamento total dos prémios de jogos aos atletas poderá estar na origem do mau desempenho dos Tubarões Azuis, conforme apurou o SportsMídia que não consegui saber exatamente o montante da dívida.

Questionada sobre a situação, fonte da Federação de Futebol confirmou a existência de dívidas da instituição para com os jogadores referentes a 60% dos prémios pelas vitórias sobre Líbia (2-1), São Tomé e Príncipe (2-1) todas para a fase de qualificação para a CAN 2017.

Também, os atletas ainda não receberam parte do prémio pelo triunfo de 2 a 0 sobre o Quênia na Pré-Eliminatória para a Fase de Apuramento para o Mundial 2018. Este triunfo foi batizado pelo capitão Marco Soares de “Vitória da Revolta”.

Esta situação de incumprimento é justificada pela FCF pelo facto de Cabo Verde não ter apurado para a CAN 2017 e como consequência não ter direito de receber da CAF o montante pela qualificação com o qual é suportado os custos dos jogos e os prémio que são atribuídos aos atletas.

A instituição que gere o futebol nacional, avançou que quando tomou posse em abril de 2015 havia um pendente de 75 mil contos a serem pagos aos jogadores e a equipa técnica pela qualificação e participação na Copa de África das Nações na Guiné Equatorial e que com o pagamento por parte da CAF dos 50 mil contos pela qualificação para a prova máxima de selecções no continente, foi pagando os prémios pendentes até liquidá-los na totalidade.

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