Abel Hopffer o pequeno/grande jogador, é aniversariante hoje

Abel Hopffer o pequeno/grande jogador, é aniversariante hoje

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No dia 12 de Dezembro de 1959, nasceu na Cidade da Praia, um ser do sexo masculino a quem foi posto o nome de Abel Hopffer Barreto, mais conhecido por Abel nos meios desportivos, portanto, tem 61 anos de idade, e, foi sem sombra de dúvidas um dos melhores futebolistas cabo-verdianos de sempre.

No ano de 1978, com apenas 17 anos, o jovem Abel assinou a sua primeira ficha de inscrição, na equipa dos Travadores da Praia.

Representou a equipa encarnada da capital cabo-verdiana durante duas épocas, esse médio de excelência, mudou-se para o Desportivo da Praia,  jogou durante 12 épocas, conquistando um Campeonato Regional de Futebol de Santiago, sendo o maestro da equipa militar, até que regressou de novo para os Travadores em 1993, ano que também foi para os Estados Unidos da América.

Abel representou a Selecção  Nacional de Cabo Verde de 1982 a 1993, durante 11 anos, como uma peça fundamental do combinado crioulo, tendo feito no total, cerca de 40 jogos com a camisola da equipa de todos nós, em países como Senegal e Guiné-Bissau e Gâmbia.

O jogo que mais marcou o jogador foi o torneio de décimo aniversário da morte de Amílcar Cabral, em que o atleta ajudou Cabo Verde a chegar as meias-finais.

Em 1996, já nos Estados Unidos da América, esse excelente o médio actuava na equipa do ” Fidjos Terra”, que era treinada na altura por treinador Duia,  tendo chegado a final da Taça de LASA.

Abelasco como lhe trato carinhosamente, continua ligado ao futebol a nível de veteranos com o clube Kel Kau FC, jogador que cheguei apelidar no jogo entre Desportivo da Praia e Clube Sportivo Mindelense, um atleta que não tinha pulmão, pelos quilómetros que correu nesse jogo, sem demonstrar qualquer tipo de cansaço ou de fadiga muscular.

Eduino Lima, professor, antigo jogador e treinador de futebol, disse ao Sportsmídia, que Abel era um jogador fácil, porque para além das recomendações que levava para dentro do campo, estudava muito bem a equipa adversária e era muito inteligente a jogar à bola, sem levar em linha de conta, a sua grande capacidade física, pois, nunca se cansava durante os noventa minutos.

Professor Lima, vai mais longe dizendo que foram para uma Taça Amílcar Cabral na Gâmbia, ele foi feliz porque tinha no meio-campo a fina flor do futebol crioulo, casos de Balalam, Abel do Derby e o Abel do Desportivo.

Quando a Selecção da Praia ou Desportivo vinha jogar a São Vicente, lembro-me do meu falecido pai a dizer, vou ver aquele rapazinho (pequeninho) da Praia a jogar referindo-se ao Abel, por isso, que sempre o apelidei de pequeno (tamanho)/ grande (jogador) pelo talento que tinha.

Parabéns (Abelasco), muitas felicidades e que este dia se repita por longos e felizes anos.

SPORTSMÍDIA   

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